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Teorizando sobre a nossa relativa racionalidade


Por Gilvaldo Quinzeiro

Qual o ‘lado’ do copo você escolhe quando vai leva-lo à boca? Que pergunta estranha! De fato, não é um tipo de questionamento que costumamos nos fazer. Poucas são as pessoas que se dão conta disso.  Mas, em fração de segundos todos nós fazemos isso. Embora tal escolha em nada alterará o copo. Ainda bem! O mesmo não se pode afirmar em relação a nós: numa fração de segundo podemos até aprender o quanto podemos ter passado uma vida inteira em total desperdício.
O tarde é não se despertar para coisa alguma!  
Assim como a história do copo d’água acima mencionado, podemos estar sendo tragados agora mesmo para dentro de um buraco negro sem que também não estejamos nos dando conta – ainda bem? Só Sabe lá como Albert Einstein teve a percepção de coisas tão longínquas!  
Somente a leitura do tempo e das coisas nos torna em livros sagrados. Não há como ser autor de nada sem uma apurada escuta do interior das estrelas.
 Por fim, a morte de uma estrela não tem como não nos ser perceptível – o diacho é que isso implica em que também não possamos mais ser notícia - nem aqui e muito menos por lá onde tudo é visivelmente impactante.



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