O ABC do mundo real: reaprendendo a dar novos passos?
Por Gilvaldo Quinzeiro Ver a corda não significa necessariamente se enforcar com ela! Há, pois, distância e significados diferentes entre um ato e o outro. Uma corda pode nos servir de braços esticados a um pedido de socorro! Da mesma forma que mergulhar não significa se afogar. Saber e respeitar até onde o seu fôlego alcança é ter, enfim, aprendido sobre si mesmo, bem como sobre as coisas do mar! A pedagogia do mundo real nos ensina que diante desta, isto é, da realidade, não há como não nos sentir esmagado por ela, porém, isso é pedagogicamente nos colocar em nosso devido lugar, e isso por si só já faz muita diferença entre encarar o monstro e ser devorado por este. É neste encontro com o mundo real que saberemos quem somos de fato. Não há outra maneira de sabermos se somos de ouro ou de prata - espelho fixo para muitos, e/ou no grau mais consciente da aprendizagem, concluir que não passamos de meros artefatos de barro – ainda bem! Em um contexto em que toda a geofísica do plane...