O pensar sobre " a boa" educação, mas sem "o fazer": basta?


Por Gilvaldo Quinzeiro

 

Que estamos todos “grávidos” por uma educação melhor, isso está mais do que claro, pois constitui as nossas dores e contrações. Parir, é que outra coisa! Quem se arriscará partir-se ao meio? Quem derramará seu sangue por uma coisa nova e duvidosa? Quem? Quem?

Pois bem, o pensar lá em cima sem os pés fincados no chão, quando verbalizado é só “blábláblá”. O fazer, por mais incipiente que seja, nos faz erguer a cabeça. A realidade nos impõe condições que só teorizar não ajuda em nada! Graças a estas condições, isto é, as impostas pela realidade, e sobretudo, as suas lições, é que ficamos sabendo da cor do “sangue” que, de outro modo, não aprenderíamos!

A realidade é mãe de toda os contextos, o atuar sobre eles é a parteira de todos os pensamentos, ainda que tortos!

A maior de todas as crises, não é a que nos impede de pensar, mas aquela que nos imobiliza e nos faz sentar sobre a própria m...

A educação é antes de mais nada, gestos concretos. E o mais concreto dos gestos é o de se sobrepor as adversidades! O de devorar seus medos e fantasmas a luz dos mais obscuros dos olhares.

A escola é a porta aberta sempre. É “o destravancar” do lá fora; o caber de todas as oportunidades.

Portanto, o processo de ensino-aprendizagem é o chão, no qual se deve fincar os pés; o rabiscar com os dedos e o erguer a cabeça! O blábláblá das palavras soltas, não é pois, “o barro” edificador -  só o exemplo, o arregaçar das mangas – é lição!

Bom dia, a todos!

 

 

 

 

 

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