Hoje não é sexta-feira: é a antevéspera da maior eleição!



Por Gilvaldo Quinzeiro


Esqueça a noite de ontem, a quinta-feira, pois não houve debate. Logo, hoje não “sextou”; é apenas a antevéspera da maior eleição da história republicana brasileira, que acontecerá no domingo, dia 4 — dia de São Francisco. De Canindé ou de Assis? Não importa, mas até o presidente dos Estados Unidos está de olho no que acontece por aqui!


Quem tem razão? Quem ganhou o debate? Quem compareceu? Quem fugiu? Ora, nada disso importa agora, pois não estamos em uma manhã comum de sexta-feira. Mas o que se viu na reta final do jogo — embora nem todas as torcidas tenham coragem de admitir — foi o drible desconcertante de Lula: aquele drible clássico de entortar a coluna de qualquer adversário.


Quanto à ressaca da noite anterior, ela existe e é real. Muitos ainda não se desfizeram do grito entalado na garganta; outros já nem sabem por quem continuam empunhando a bandeira.


Esta não é uma eleição qualquer, nem daquelas em que se diz que é tudo “farinha do mesmo saco”: trata-se de uma guerra híbrida, parida e alimentada pelas trincheiras das redes sociais.


 Que me perdoem os devotos de Nossa Senhora Aparecida, mas este domingo pertence a São Francisco: e lembrem-se, “é perdoando que se é perdoado”!


Por fim, eu nunca tive nenhuma dúvida: o meu voto é por todos os santos – é 13, papai!

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