Réptil, eu? Não. Eu prefiro ser ao menos um macaco!
Por Gilvaldo Quinzeiro Não é pra hoje, e muito menos para amanhã o que há décadas já era para ter sido feito. Principalmente, quando o que se adia é da ordem daquilo que é imprescindível para melhorar as condições humanas. Ora, o ser humano é da ordem daquilo que pode se transformar em qualquer coisa, inclusive naquelas que já nos devoram! O Brasil, e por conseguinte o Maranhão está pagando o preço das coisas que, dado o seu adiamento, não encontrarão mais tempo para evitar o que no tempo de agora, já é tardio demais para se calcular as suas perdas. Ou seja, o amanhã nunca virá, senão na condição de mais um “tempo perdido”! Esta manhã, li um artigo publicado no jornal Folha de São Paulo cujo título é “Répteis do Maranhão”, de autoria de Marcelo Leite que, tenta compreender quais as condições que levaram a violência no presidio de Pedrinhas a chegar ao nível que chegou. Para isso, o autor faz um passeio desde a neurociência ao evolucionismo de Darwin. Antes, porém, M...