Postagens

Argentina sem Messi? O Brasil com o mesmo de sempre! "E agora José"?

Por Gilvaldo Quinzeiro O futebol, em especial o da Seleção Brasileira já não mais nos ‘salva’. O futebol já não nos serve mais de ‘catarse’ – estamos todos fritos entre a frigideira quente e o olho frio do gato.  Uma coisa, porém, nos conforta: as nossas derrotas recentes não foram surpresas! Ufa! Isso sem falarmos no já indigesto prato, que se tornou o dia a dia da nossa política. Aqui não há encanto: todo sapo é príncipe! A surpresa é o nó da gravata dos ratos: nunca desata, e nunca perde o alinho! Política? Não. Este texto é para falar de jogo. O jogo duro da vida! Diante do jogo duro da vida, para o qual os esquemas táticos e as jogadas de efeitos não prevalecem, somos todos ‘bola murcha’! Para ser mais enfático, futebolisticamente falando, somos todos uns simples ‘pernas de paus’. Nada mais e nada menos do que isso. Aqui não há ‘goleiro amarrado’ com pênalti para ser batido. Quem mais se aproximou desse duro jogo, foram os gladiadores romanos cujas bolas...

O buraco da fechadura não impede o rasgo existencial

Imagem
Por Gilvaldo Quinzeiro A vida toda vivida por um buraco da fechadura, não nos arranca ‘tampo’ algum, porém, uma coisa também é certa: não comemos ninguém! Ademais, isso não nos protege de que a saliva na boca de quem estar à nossa espreita, lhe sirva por mais tempo do mais paciente dos alimentos! Acorde cedo para vida, antes que tarde para o desperdício! A cobra que vive sonhando em criar asas desde os tempos do paraíso, aprendeu com o bucho no chão, que, mesmo quando parada (não se engane!), está armando o bote para os incautos passarinhos! Este é o risco do pássaro andarilho, isto é, encontrar a cobra parada no meio da trilha -, mas do que lhe valeria as asas ficando preso ao ninho? O dito aqui, no entanto, não significa dizer que no afã de viver, de nos arriscar; não venhamos nos constituir em mero “Dom Quixote de La Mancha”, porém, a vida não nos foi dada para nos servir de prisioneiros dos contos de fadas dos outros!  Por outras palavras, p...

Os ‘apagadores’ da tocha olímpica: o fogo sagrado ameaçado?

Imagem
Por Gilvaldo Quinzeiro Em tempo de Olimpíadas, e de crise de todas as naturezas, alguns esforços e atitudes são questionáveis. É isso, o questionamento, que é um atributo da racionalidade que, assim como os jogos olímpicos é filha dos gregos -  na sua mais primorosa forma – a Filosofia, precisa ser invocada! E o que dizer de nós brasileiros na passagem do fogo olímpico? Como se não bastasse a tamanha escuridão do nosso tempo, eis que surgem os ‘apagadores’ da tocha olímpica em sua passagem pelos estados brasileiros, a menos de um mês da realização dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Três tentativas foram registradas, uma em Mato Grosso do Sul e as outras no Paraná. A primeira, um jovem que depois de fazer uma aposta, jogou um balde d’água na tentativa de apagar a chama olímpica. O mesmo foi preso, pagou fiança e saiu ‘comemorando’ o feito. A segunda tentativa, ocorreu quando um homem usou um extintor. O caso ocorreu, na cidade de Cascavel, Paraná. ...

A nossa puta intolerância: quem atira a primeira pedra?

Imagem
Por Gilvaldo Quinzeiro Eu tenho dito reiteradas vezes que o ‘barro’ do qual somos feitos, pode nos transformar em qualquer coisa bruta. Ser ‘gente’ é apenas uma condição, de modo que, alteradas estas condições, podemos ser outra coisa. Nestes últimos dias, a intolerância se tornou  a ‘carne e o osso’ do nosso comportamento cotidiano. Isto é, o ‘bicho’ no qual nos transformamos de uma hora para outra é absolutamente assustador! Ser ‘gente’ é cada vez mais  difícil . Se nada for mudado, precisaremos andar de armaduras como nos tempos das invasões bárbaras. Receita para cuidar da pele, é coisa estranha para quem se sente em ‘carne viva’. Nestas duas primeiras décadas do século XXI, a despeito de todos os avanços e conquistas no campo de ciência e da tecnologia, temos nos aproximado mais da  barbárie, do que da civilização É cada vez mais comum, pessoas serem hostilizadas em restaurantes, no meio da ruas,   aeroportos  e a...

A boca suja em família!

Imagem
Por Gilvaldo Quinzeiro Nos últimos dias tem me chamado atenção as notícias, que dão conta dos casos   de mortes cometidos no ambiente familiar por seus próprios membros, sejam estes, pais, mães, filhos, genros, sogros etc. Este texto procura trazer à baila esta discussão. Aqui vai o meu olhar, mas sem a contribuição dos múltiplos olhares, é cego. No dia 25, sábado, Alda Poggi Pereira, 59 anos, professora de música, matou a golpes de faca sua filha grávida (o bebê também morreu), e ainda feriu gravemente o seu neto de apenas 4 anos. Alda Poggi Pereira tentou se matar, mas foi socorrida. O caso aconteceu em Ribeirão Preto (SP). Em Caxias, no último final de semana, o sogro matou o genro também a golpes de faca, e feriu a filha depois de uma briga em família. Casos como estes têm se multiplicados por todo o país. Diante disso me arrisco a dizer ‘freudianamente’ o seguinte: perdemos o controle dos esfíncteres! Estamos engatinhando na própria ...

Que saudade, primo!

Imagem
Por Gilvaldo Quinzeiro Cada época é o engenho de si mesma, logo, a cada ‘invenção da roda’, uma febre para ser esquecida! A pouco tempo a nossa época   inventou ‘o parafuso virtual’. Até ai tudo bem!  – o problema é como se ‘fixar’ as questões como a da afetividade! A saudade, primo, é um desses edifícios construídos para o qual não tem futuro: só o passado!

Educ(ação)!

Imagem
 Por Gilvaldo Quinzeiro Pensar nos bois, sem saber selar o cavalo é fincar-se na estrada ‘pintada’ apenas para adornar os discursos dos piores vaqueiros. Em se tratando de educação, e seus desafios, podemos estar fincados na mesma. Ou seja, enquanto só pensamos, e nada fazemos, ‘cavalamos’. Por fim, a escola, que não sabe qual de fato é o seu papel diante de uma sociedade essencialmente corrupta,  há muito tempo tem servido eficazmente ao menos para uma coisa: de arapuca! Pobre sociedade de tanta merda rica!