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Mostrando postagens de Setembro, 2017

Os símbolos, as bolhas e as lutas dos tempos atuais.

Por Gilvaldo Quinzeiro

Quando uma geração no afã de se manter de pé diante da realidade, que lhe abocanha, resolve enfim, partir com a fome dos lobos na intenção de destruir os símbolos tão arduamente erguidos por gerações outras, é porque duas coisas fundantes poderão estar acontecendo, quais sejam, ou esta dita geração fincou de vez seus pés no chão se sentindo completamente segura de si, ou, por motivos outros, resolveu criar uma realidade constituída de bolhas; bolhas estas nas quais se insiste em se agarrar!
Do dito acima, talvez a segunda opção, ou seja, da realidade constituída de bolhas, é a mais que se aproximaria de uma descrição acerca da realidade atual. E por isso mesmo, é aqui que reside o perigo!
Em outras palavras, os cheiros, os clamores, as bordas e as pontes, que constituem o quadro atual dos nossos dias são de fatos outros.
Pois bem, quando a realidade assim nos apresenta, ou seja, sem que a possamos mensurar, ‘palavrisar’, então, eis que para o nosso conforto criamos …

O espelho da Paz!

Por Gilvaldo Quinzeiro

Aconteça o que acontecer. Da loucura em massa, que nos faria zumbis; da violência mais bruta, carne da nossa carne; a uma guerra nuclear, cinza das nossas cinzas, estaremos sim diante de nós mesmos!
Acreditar que o mal esteja apenas para onde se aponta o dedo, e não dentro de nós mesmos, é não se reconhecer na vasta face do espelho!
A Pastora ou o Pastor, que acreditando estar fazendo o bem, ao estilar ódio e revolta pelos poros quebrando uma imagem de santos católicos - se transformou ao mesmo tempo em quê?
As violentas “caças às bruxas”, que estão sendo feitas as religiões de matrizes africanas podem ser consideras como o bem em si mesmo?
Parece um paradoxo, mas os mesmos que tanto leem sobre o milagre da água sendo transformada em vinho, ignorarem quão também podemos nos transformar em qualquer coisa a qualquer momento!
O Bem e o Mal podem se apresentar ainda que momentaneamente - disfarçados por eloquentes pontos de vistas!  Mantenhamos, pois, atentos: tudo é o es…