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Mostrando postagens de Dezembro, 2012

2013 e seus sinais: que nos façamos inteiros!

O saco, e suas costuras: quem já reparou as do sujeito?

Pra se pensar além das raízes...

O amor e seus lençóis: com quantas facas se corta o peito?

Enfim, a face do fim do mundo? Ainda bem que não?

Estranhos são os lugares, onde buscamos a felicidade...

Os massacres, e o que neles se repetem: as mortes ou as explicações?

Abram-se as porteiras!

A civilização, e seu tampo arrancado!

O barro do qual somos o seu silêncio

As saudades do tempo de outras leituras

As lições dos desertos, nós pescadores!

A vida da arte é como a arte da vida?

O andarilho

A terra, a maçã e a fartura de bocas

Tantas coisas. Tantos espelhos... Mas de quem são mesmo as faces?