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Mostrando postagens de Dezembro, 2011

Os anos e seus estômagos: o nosso foi pimenta no dos outros?

Fino o tempo que dura até amanhã?

As lutas por suas cabeças

Pra não dizer das cordas, apenas que elas esticam...

As faces e os joelhos dobrados: para o bem do espelho de cada um

O pois é do Natal não é brinquedo

Dica de verão: como conquistar alguém sem lhe arrancar o tampo

Nós, engenhos e seios!

Sem palavras, o tempo é da alavanca

Sem enfrentar o próprio espelho, a violência nunca vai se assustar!

Enfim, bunda agora é pra outra coisa?

Sem paixão, o amor é como uma lamparina

O pois é da violência, “eu seios”!

Para quem o sermão de hoje?

Narciso, o espelho e as cicatrizes

Pena das mãos sem as palavras que nos evitariam a perda dos dedos

Os bêbados e suas pegadas

Freud! Freud!

Bom dia!

Na falta de gente pra ser, o dinheiro é tudo, e o Outro, comida!

Não digam amém, mas a quem!...

Delete, mas, leia antes!....

Os seios das coisas, útero das ilusões

Ratos ou homens nas ceias de Natal?