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Mostrando postagens de Fevereiro, 2011

Quiçá o tempo, não é como uma agulha

O desabrochar de uma rosa

Batidas na porta: quem será?

Na foto de Einstein, a língua é a nossa!

O afeto, não o dinheiro...

Renascendo

Quem suportaria “ser” no inferno de se perder?

Um mosquito que enche os bolsos

O desabotoamento da violência

Dando nó nas coisas que nos escapolem

Grãos

Com o outro no estômago

Um corpo na lembrança

A mão que afoga as crianças...

Para o bom pescador, o que significa os olhos do gato?

Na nossa pele o que é dos outros

Nós bebês estatelados!...

No vão que vai chegar...

O mundo nos torna vassouras

Pedras para enterrar as múmias!

Na falta de fazenda, o que fazer?