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Mostrando postagens de Setembro, 2013

O desenho da nossa realidade política: personagens da nossa seca? Ou da nossa seca vive a política?

De tempo em tempo, suas leituras: a do nosso a primeira menstruação?

A presença do Outro nas nossas ausências: o que é aquilo em que também não Sou? Um diálogo sobre o espelho espedaçado!

As escadarias da vida, quando do seu último degrau, e, nós com a nossa bunda!

Que me perdoe a minha outra costela, mas agora eu sou apenas o seu Machado? Uma reflexão sobre a violência contra a mulher.

Do Ferreiro ao carpinteiro, a homens como Da Vinci: tudo hoje nos falta!

O homem e a cidade

Freud. Seu charuto e outras coisas que tais, falando de amor, desejo e perversão!

Tempo de muitas fogueiras, mas de amigos, solidão!

Um chapéu para a seca, um rio morto para os homens: quem matará a sede de quem, quando as fontes das “coisas” que nos alimentam secarem?

O apodrecimento da nossa politica - o angu no qual já não cabe mais tanta farinha. Uma reflexão para nos lembrar do velho Monteiro Lobato

Quando a loucura já nos sorrir da nossa graça, finalmente com que cara ficamos? Uma reflexão sobre o cotidiano que acreditamos nos pertencer

Em tempo de máscaras, o que são os nossos olhos? Um diálogo (implícito) sobre o desejo!

Um diálogo sobre o belo e o supositório: como não ser nada daquilo que nos impõe?

Da física quântica, ao amor que não suporta “os nervos à flor da pele”: nem a cara ruim!

Em grego, perdemos os pais: Ah é mito!

As bordas do universo, as nossas barbas: uma conversa sobre pelos?

Saudade das primas e das primaveras: que outras tardes virão?

As mulheres: quais já não perdemos para o tráfico?

A morte da nossa independência: qual o grito do Itapecuru?

A “máscara” de Caetano caiu: agora estamos todos de “cara limpa”?