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Mostrando postagens de 2012

2013 e seus sinais: que nos façamos inteiros!

O saco, e suas costuras: quem já reparou as do sujeito?

Pra se pensar além das raízes...

O amor e seus lençóis: com quantas facas se corta o peito?

Enfim, a face do fim do mundo? Ainda bem que não?

Estranhos são os lugares, onde buscamos a felicidade...

Os massacres, e o que neles se repetem: as mortes ou as explicações?

Abram-se as porteiras!

A civilização, e seu tampo arrancado!

O barro do qual somos o seu silêncio

As saudades do tempo de outras leituras

As lições dos desertos, nós pescadores!

A vida da arte é como a arte da vida?

O andarilho

A terra, a maçã e a fartura de bocas

Tantas coisas. Tantos espelhos... Mas de quem são mesmo as faces?

Os leilões da virgindade, e uma reflexão sobre as outras partes que nos faltam...

Caçando com gatos, seus cachorros!

A mão que oculta a realidade das nossas cabeças: é assim que nos diriam os gregos na realidade em que só valem os anéis?

Quantos homens? Quantos cavalos?: Quem corre por quem?

Os engenhos da violência, e seus novos escravos: quem é senhor de quem na “Nova República”?

O tempo hoje está para peixe ou para bugiganga? Era sobre isso que os maias queriam nos dizer?

“O furacão Sandy” e as coisas que não cabem mais dizer?

Assim “Jaz” a nossa juventude?

É mole?

A vida e as suas jogadas, quando um gol é apenas um lance de sorte!

Tempo de varas curtas, e desperdícios compridos

“O machado” e “o professor”: quem ainda é da ordem que serve ao desenvolvimento?

A infância e seus engenhos: tempo de crianças trituradas?

... E lá se vai a humanidade?

As eleições e o “X” da questão

A normalidade que nos assusta: da carne humana que se devora aos políticos que se contemplam

Em tempo de ódio, pescaria de tubarão?

...Então, estamos todos grávidos, mas, quem nos fará o parto?