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Mostrando postagens de Abril, 2011

Alô!

Para não dizer que não elogiei a loucura

Ôxente! Por que não?

Tim-tim

Ás vésperas de um casamento real

Caxias, em tempo em que não se dorme

Tempo de penas e ovo goro

Bêbados santos

Todos os dias para ser índio, um só para o caipora!

Ajumentando as idéias para afrouxar as peias

Mão que dá pena!

Sermão pelos sem-nomes

O estatuto do abraçamento, uma arma contra a violência

A plastificação do sujeito

A natureza tem lugar

Flores para um novo tempo!

A carta do atirador, e a metáfora dos cinco poços

O massacre numa escola do Rio: a nossa face na de quem?

A princípio, tudo tem fim

Apulamando o pulo ou se escapulindo no poço

As quatro patas do tempo

As primeiras vítimas são sapos

Um prato de fé

Uma lição para as nossas escolas caídas

Abril

Nós, os filhos cujos pais nos faltam