Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

O “discurso” do sintoma na construção sujeito

O “discurso” do sintoma na construção sujeito Por Gilvaldo Quinzeiro

Em que pese os argumentos em contrário, ai dos gregos se as suas tragédias não tivessem sidas metaforizadas, e bem!, diga-se de passagem.
O sintoma é linguagem, isto é, um pretenso discurso na construção do sujeito, logo, a dor é lugar de passagem, ponte ou encruzilhada.
O mito grego, e todos os mitos, não  é outra coisa, senão uma vaga representação de um sintoma.
Portanto, em pele de tambor, toda dor é metáfora. Mas na pele em que o sujeito lhe faz falta, a dor já não  serve mais  para nada,  ou seja, nenhuma lição é tirada: tudo é simplesmente  pele espichada!


Últimas postagens

A falta de escuta: as nossas feridas!

Ideia de como o “corpo” pode se voltar contra nós mesmos!

“Para não dizer que não falei de mãos cheias”!

Cuidado!

A metáfora e o ninho

A repetição. O retorno da coisa outra.

O Ser Professor

Os tecidos, as costuras e as pregas.

O nosso rastejar pela boca!

A nossa concreta finitude, e a frágil construção da eternidade.