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Mostrando postagens de Setembro, 2012

A normalidade que nos assusta: da carne humana que se devora aos políticos que se contemplam

Em tempo de ódio, pescaria de tubarão?

...Então, estamos todos grávidos, mas, quem nos fará o parto?

O oco do sujeito, e as imagens vivas das nossas feridas

A coisa e o seu nó antropomórfico.

A fé e seus apagões

A “neorealidade” e os excessos de tudo

Assim na terra, como no céu?

Uma balada por todos os amores perdidos