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Mostrando postagens de Novembro, 2011

Que se soltem as matracas!

Novos não são os espinhos, mas os olhos...

O abraço das coisas, que nos decepam

O pois é das pesquisas...

Pão pra todos, e combate aos discursos, que provocam a fome

Os humanos bonecos, pai dos nossos filhos?

Num mundo obsessivo pelo novo, com que mão se acaricia?

Que gregos devem ao mundo?

Tempo de mãos nas tripas?

O discurso dos cães

República: qual? De quem?

A isca dos nossos olhos...

Número dos tempos

A falta de sonhos: é a realidade em carne viva

Gol do silêncio?

Os pratos das estatísticas

Tempos de filhos chupados?

As vidas e as mortes, nós, seus cavalos!