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Mostrando postagens de Janeiro, 2018

Um drible aos aplausos, e mais atenção ao jogo!

As poucas ‘cordas’ da nossa subjetividade?

O caboclo, e suas sofisticadas abstrações.

Um aviso aos marinheiros!

A “água e o vinho” da nossa juventude

As velhas raposas a cuidarem do galinheiro!

As lembranças, a cabana e a solidão.

Perdemos o controle dos esfíncteres?

Uma ranhura nos tempos e nos templos. Meu Deus?!

A prevalência do ridículo!

Há coisas que são. Outras que vão...

A ‘imediatidade’ das coisas, e o tipo de rio que estamos mergulhados