Postagens

Mostrando postagens de Janeiro, 2012

O espelho e suas construções dos pedaços de nós

Os desejos por seus caminhos

O cão que nos morde é o da realidade, não obstante as palavras para amansá-lo...

Aquelas canções se foram, e as de hoje tocam quem?

Aquilo lá somos nós na condição de desconhecidos...

Dos laranjas, as cidades perdem suas raízes

Às vésperas das eleições e a falta de bandeiras políticas

Os buracos pelos quais estamos todos “vazando”?

Tempo de ferramentas e seca de homens

Os tempos e suas explicações...

Os efeitos colaterais das vitrines

Cracolândia é a nossa merda!

Safras de faces, sementes de quê?

Semana de matriculas escolares, mas, onde estudar?

Fome de nós, regime de quê?

O mole não é ser gente, mas, bicho...

Uma quase poesia a escola Gonçalves Dias

Que tipo de porta se abre, quando as da educação são fechadas?

O acolá agora é em todos os lugares

Dito das coisas que nos cegam, e das outras pelas quais morremos

Para os gregos, e para nós, todo o olhar é faminto

Tempo de se aprender a decifrar os cheiros

Qual a graça, primos?

Os brejos de janeiro

Sem a maturação, somos os próprios olhos na frigideira

Um tempo sem as suas estações?

Uma sugestão eco-cultural pra Rio+20, e pra quantas vierem

Leitura da carne: que nossos fantasmas não saibam!