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Mostrando postagens de 2011

Os anos e seus estômagos: o nosso foi pimenta no dos outros?

Fino o tempo que dura até amanhã?

As lutas por suas cabeças

Pra não dizer das cordas, apenas que elas esticam...

As faces e os joelhos dobrados: para o bem do espelho de cada um

O pois é do Natal não é brinquedo

Dica de verão: como conquistar alguém sem lhe arrancar o tampo

Nós, engenhos e seios!

Sem palavras, o tempo é da alavanca

Sem enfrentar o próprio espelho, a violência nunca vai se assustar!

Enfim, bunda agora é pra outra coisa?

Sem paixão, o amor é como uma lamparina

O pois é da violência, “eu seios”!

Para quem o sermão de hoje?

Narciso, o espelho e as cicatrizes

Pena das mãos sem as palavras que nos evitariam a perda dos dedos

Os bêbados e suas pegadas

Freud! Freud!

Bom dia!

Na falta de gente pra ser, o dinheiro é tudo, e o Outro, comida!

Não digam amém, mas a quem!...

Delete, mas, leia antes!....

Os seios das coisas, útero das ilusões

Ratos ou homens nas ceias de Natal?

Que se soltem as matracas!

Novos não são os espinhos, mas os olhos...

O abraço das coisas, que nos decepam

O pois é das pesquisas...

Pão pra todos, e combate aos discursos, que provocam a fome

Os humanos bonecos, pai dos nossos filhos?

Num mundo obsessivo pelo novo, com que mão se acaricia?

Que gregos devem ao mundo?

Tempo de mãos nas tripas?

O discurso dos cães

República: qual? De quem?

A isca dos nossos olhos...

Número dos tempos

A falta de sonhos: é a realidade em carne viva

Gol do silêncio?

Os pratos das estatísticas

Tempos de filhos chupados?

As vidas e as mortes, nós, seus cavalos!

Caxias e seus arquétipos, afinal, quem homenagear no seu bicentenário?

As janelas, substitutas dos espelhos?

O amanhã será como os olhos de quem?

As épocas e as vacas

A fome

Olhai para o céu quem ainda tem cabeça a perder

O tempo que temos é o que nos falta?

Que dia é hoje para os outros que virão?

Quando nos conhecemos, todos os espelhos são bonitos

Tá ligado?

As porteiras da infância

Os lugares, e os outros que somos

Grande, só Prometeu!

Pois é...

Orelhas em pé, umbigo nas mãos

Os ventos e os muros de palavras

Em que bocas nos transformamos?

Rabos, bananas e macacos: na política abundam

È assim nós de quatro pés

A criança e o besouro: quem se transformará em quem?

A folha, a lagarta e a borboleta*

Espelho pra mim é miau

A tolha caiu

Acalme-se, a normalidade é que está louca!...

duras cabeças, frouxos cabrestos

Um purgante na política caxiense

As varas e as lascas da educação

Nem me conta do Enem

Paz!

Cegos os olhos sem o corpo que tudo ver

Fora ao controle, o que fazer das mãos?

A respeito de Caxias assim falou seu pois é...

Tempos de preces ou de pressas?

Os pratos para as fomes das coisas que nos vomitam

A cruz nossa é o outro que não gosta de si

A vida nas suas águas, nós éguas de si

...E assim a nossa cara se arranca...

Os pesos e as medidas da vida a dois

A paz

As primaveras de hoje, verão amanhã pra quem?

As caras que o tempo corrói

Das pedras nasce a pele

Que pinte outras cabeças!

A vida, a boca e o beijo: a continuação das tragédias gregas?