A cor da poesia é amarela?

Gilvaldo Quinzeiro


Meus ídolos, hoje de muletas não mais se sustentam das suas aparências e nem das idéias que lhes tornaram pop. Como eu, há muitos órfãos!...

A minha tatuagem plantada no peito, já não brotam a “fonte da eterna juventude”, o dragão alado é do lado, eu sou do outro!...

Meu caminho é pelo escuro, o claro é clarão que me ofusca avista com “óculos de fundo de garrafa”!...

Meu fusca é verde!

A terra é fogo!

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