Os urubus obesos

Gilvaldo Quinzeiro


O nosso “parentesco” com os macacos, conquanto, muitos se envergonham, é tão próximo quanto com aqueles que “vivem” nas cracolândias cujo controle dos esfíncteres se perdeu, e a nossa face neles é a que nos expõe a nossa condição animalesca!

Pois bem, aquilo que nos atira ao “mundo das drogas” é humanamente intrínseco ao que nos elevaria à distância dele. Ignorar isso, é permitir com que outros se aproveitem daqueles que, se vivessem como “macacos”, ainda assim seria mais dignos, posto que vivem das sobras dos urubus obesos!...

A civilização nunca esteve tão próxima da “carniça” que no passado nos sustentou!...

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