Na foto de Einstein, a língua é a nossa!

Gilvaldo Quinzeiro



Não há como se atravessar o espelho que nos edifica em “imagens”, sem ser estilhaçado pela face que julgamos ser a nossa.


Ora, não é mais cômodo ter a nossa face com tudo que há nela que nos assombra, fixa na do outro?


Toda imagem, qualquer que seja, tem a nossa como espelho. O difícil, porém, é se desvencilhar daquelas que não nos vemos.

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