Para não dizer que não elogiei a loucura

Gilvaldo Quinzeiro



Hoje, sem nada para falar, que tal começarmos o dia “elogiando a loucura” cuja cura é vê-la na normalidade dos nossos dias loucos! Erasmo de Roterdã que o diga, pois, certamente o que mais lhe enlouqueceu foi o elogio do Papa Leão X a sua obra – que visava cegar a igreja católica com suas sátiras filosóficas ou não.

Ora, o apego a racionalidade dos tempos pós-modernos é cegar-se para outras formas de ver o que nas ruas já está exposto: gente se fingindo de “normal” com seus fones no ouvido, alienando-se de tudo que lhe faz cócegas!

Santa loucura! Como não enlouquecer em tempo que o abraço (das mães) é substituído pelos os das fraldas descartáveis?

O que mais esperar para ver, se os sucessos das vendas literárias, são os que ensopam as nossas casas de vampiros! Isso é normal?

Sei lá manos(as)!...

Tudo é muito estranho tal qual a face de Monalisa! Esta não seria a única forma pela qual Leonardo Da Vinci  encontrou para elogiar a sua genial loucura?

Quanto a minha, nenhum elogio é preciso!

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