Apulamando o pulo ou se escapulindo no poço

Gilvaldo Quinzeiro

Na ponta da corda, um cambito. No fundo do poço, os professores sem se darem as mãos!

Muitos são os que fazem a rudia, porém, na hora de pegar o pote, preferem apenas lavar as mãos. Contraditoriamente, estes são os mais sedentos!...

E assim, nos tornamos peixes sem escamas no meio de tantos predadores de dentes afiados.

Falta-nos, porém, uma compreensão: a boca da cabaça, como diria o caboclo, “é uma obra puramentemente humana”. Contudo, esperar de boca aberta apenas não se enche as cabaças!

Safras de cabeças e mãos na corda, eis o que tornaria o fundo do poço raso!

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