Safras de faces, sementes de quê?

Gilvaldo Quinzeiro



Tempo verde para uma safra de gente murcha, haja vista que pouquíssima consegue amadurecer.

Eis a arapuca armada para tão pelados “frangos”, quando as exigências da realidade são para o enfrentamento das astutas raposas.

Tempo de meninos (as) murchos e de espelhos vampirescos cuja fome nos impede de “adultecer”?

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