No carnaval as máscaras das nossas vidas

Gilvaldo Quinzeiro



Como um pêndulo que vai e volta, nós entramos e saímos de “realidades diferentes”, ou seja, ora somos “Pierrô” ora somos “Arlequim”, todavia, nem todos conseguem fazer bem esta “travessia”, pois, para ter o amor da “Colombina” há quem se afunde num ou noutro personagem, não realizando, porém, a viagem de volta.

È, pois, aqui que se inicia o drama da vida em sua realidade sem máscaras. Máscaras estas que no decorrer da vida, nos serão indispensáveis... Aliás, sem estas não há a vida na sua forma antropomórfica!...

Em outras palavras, ao menos nas máscaras criamos o que sem estas , seriam “apenas tapas na cara”. Ora, o que uma “Colombina” não faz com um simples mortal?

Ai de nós Pierrô, no seu “poço de ser”!...

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