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Tudo como canguru, nada como homem por dentro...

Gilvaldo Quinzeiro



O mundo hoje é das “coisas”... Das coisas cujas faces, as nossas sucumbem... Logo, o que não se faz com pressa, a mesma pressa com a qual as coisas se desfazem, erigi-se um “edifício” que não é outro, senão o dos nossos fantasmas!...

Neste ínterim, no que estamos pensando é da ordem na qual os pensamentos estão circunscritos aos intestinos -, quando, enfim,  estes subirem a cabeça esta será como as das “coisas” que só dentes têm?

Pensando bem, quase não há nada em que se pensar, a não ser no útero das coisas que já nos pari sem a dor de ser o próprio útero, isto é, tudo já nasce por fora e pulando como canguru, pois, homens mesmo, só nas obras de Michelangelo!...

Claro que isso nos remete ao “renascimento”, ponto chave para quem não ver mais nada de bom pra frente, mas, para sermos menos tortos , qual o “renascimento”, o dos gregos ou dos maias?

Quanto mais breve a resposta, menos certezas de que tudo chegou ao fim!...

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