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2015, o ano das previsões de 2012?


Por Gilvaldo Quinzeiro



2012 que me perdoe, mas depois de 2015, se ele acabar, o mundo de fato terá tido a oportunidade de um novo ciclo. Aliás, precisamos e com urgência de um novo começo, pois, de ‘fim’ já estamos fartos!

2015 foi farto de coisas picantes, a começar pelo senhor aedes aegypti – nunca uma só picada de um mosquito causou tanta coisa; a febre da dengue, a febre chikungunya, a febre da zika – e como se não bastasse, até ‘menino’? Vai gostar de sangue assim lá longe! Picantes ou cortantes também foram as algemas sobre as mãos de muitos políticos vampiros!

2012 que me perdoe, mas 2015 foi farto de tantos finais!

Para os que ficaram soterrados na lama que também matou o Rio Doce, 2012 foi um erro de previsão – o pior estaria por vir sob uma avalanche de irresponsabilidade – a tais tragédias anunciadas!

Vimos de tudo no mundo para desejar termos nascidos cegos! 2015 deveria ter entrado para o calendário Maia, como o ano das profecias não realizadas em 2012.

O caso dos milhões de refugiados sírios, por exemplo, um país inteiro fugindo de si mesmo a levar medo a outras nações, que levantaram cercas e retóricas pela sua liberdade!

Em nome de ‘Deus’ milagres foram anunciados, como também o extermínio dos ‘infiéis’.  No final, foi mesmo ‘o diabo’ que se sentiu agradecido por aqueles que acreditam ter o monopólio da fé!

Por fim, 2012 que me perdoe, mas 2015, para o Brasil, ainda vai durar muitas décadas: com o pior das previsões!


Ufa!

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