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A pior de todas as guerras em curso. Quem será o vencedor?


Por Gilvaldo Quinzeiro





A facilidade com que os estadunidenses adquirem  armas, como parte de toda uma cultura,  e,  agora com o recrudescimento dos conflitos entre brancos e negros, e mais recentemente, o ‘armamento’ do público gay, depois do último atentado numa boate, em Orlando, que deixou cerca de 50 mortos,   isso sem falar nos outros conflitos, como a questão da imigração ilegal,  bem como a religiosa, os Estados Unidos poderão assistir o aumento da escalada da violência, que poderá levar facilmente a uma ‘guerra civil’.

A morte de 5 policiais brancos, em Dallas, no Texas, na última semana, por um atirador negro, Micah Xavier Johnson, é um forte indício de que as coisas, de fato, poderão fugir do controle.

É claro que o problema citado acima, não é apenas dos Estados Unidos, trata-se de um problema que atinge o mundo inteiro.  O Brasil, por exemplo, vive há décadas a sua ‘guerra particular’, onde anualmente milhares de pessoas são mortas, e o número só tende a crescer, e, pasme, “somos o mais pacífico dos países”!  E olhe que não estamos falando da banalização das guerras entre as torcidas!!

Diante do exposto, acreditamos que entre marchas e contramarchas, o mundo caminha em passos largos para aquela que será a pior de todas as guerras!

Não. Não será a Terceira Guerra Mundial, ao menos no sentido convencional do termo, conquanto, haja todas as condições para que esta se deflagre, nem    a guerra religiosa, embora esta também esteja acontecendo, e vai provocar tanta carnificina em nome de Deus, quanto o diabo deseje; nem a mais antiga das guerras, que também está em curso, a por território; nem a inevitável, que é a guerra por água – ao contrário do que pensam os estrategistas militar, que consumem milhões em gastos com armas e exercícios -, a  pior das guerras será por muita pouca ‘merda’!

Quando esta guerra acontecer, a por ‘merda’, é sinal de que não teremos mais motivos por que lutar – tudo já foi destruído, incluindo a vaga ideia de que ainda somos gente. Só uma coisa, porém, haverá de sobra, o ódio e o orgulho da merda que somos ou da merda que fizemos!

Por fim, a humanidade terá a seguinte e urgente questão a resolver, antes que seja tarde demais: que merda é a melhor?








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