Os dias santos da nossa política: Judas ou Barrabás?



Por Gilvaldo Quinzeiro


A nossa Republica é tão romana quanto os interesses pelos quais se multiplicam todos os dias, o número de Judas. Só uma coisa nos difere – o tamanho da cruz cada vez mais pesada sobre os ombros do povo!

Neste ano de eleição muitas promessas serão feitas. Algumas até necessárias. Outras como as de Pedro – sempre negadas.  Tudo enfim pode acontecer.  Até mesmo “milagres” acontecerão. E se duvidar, vamos ver “Lázaro” se candidatar em defesa não do povo ainda que moribundo, mas das suas vacas gordas! No final, porém, se cumprirá a mesma profecia: “pé na bunda”!

Deus é brasileiro? – Deus não, mas Barrabás, sim! Este é representado pela nossa classe política – apesar dos seus crimes contra o povo – vive em plena liberdade! “Crucificado”, só o povo!

O nosso apocalipse também está ai. Enchente no Norte. Seca no Sul. Mas os nossos políticos neste momento falam   como Tomé. Ou seja, “duvidam” que tais desastres pudessem por eles serem evitados – tudo é culpa de Deus!

A fé. Neste contexto de tantas “marchas”, muitos se fazem soldados da primeira fila. Alguns de olhos bem fechados. Outros de olhos sempre abertos no voto dos devotos! E na história de novo uma cena se repetirá: a do beijo traidor!

“Smack”!




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