O pergaminho

Gilvaldo Quinzeiro





O dedo dado a outrem, quando em substituição da palavra, porque esta no lugar de se dizer, se optou por se rastejar até o chão, quão é rico daquilo que abunda em nós: o que ainda nos entorta o corpo para fazer deste um “rebolo” atirado firmemente na direção de quem, como lobo, nos engole a voz.


Sem a voz, que nos elevaria a dimensão do que para o outro seria a espada, só somos dedos. E quando de quatro, gente só se tiver o outro nos olhando no espelho!


Assim caminha a humanidade: lentamente e na porrada!. Alguns como jabuti, quando trepado, é rei, porque os que lhe deram “asas”, ainda marcham de casco e de focinho socado lama.


Mas esta mesma história é da entranha daquela que conta, que, um dia o sapo conseguiu ir a uma festa no céu. Lá também se encontrava o urubu... Ora, de fato o quão ainda somos tão bichos que “ser humano” chega ser apenas um ideal ou quando não, uma lenda.

E quanto ao jabuti?

Obrigado! Este é meu sobrinho!


Fim!

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