O pois é do Natal não é brinquedo

Gilvaldo Quinzeiro



O ser do ser pra ser, tem que se ver em quantos espelhos? Ou no espelho em que nada se ver, ainda assim há um ser, que aos olhos dos outros nada mais falta pra ser?

Nestes dias de tantos “presentes”, hoje e amanhã especialmente, qual o “ser” que nos transborda, senão aquele que os presentes ocultam?

O “pois é” do Natal não está no anel que nos farta, mas nas mãos que, mesmo sem anéis nos dedos agradecem o sol a brilhar todos os dias do ano.

O “pois é” do Natal está na força e na compreensão de quem, conquanto, perdendo “o Natal” para as enchentes, terremotos, incêndios ou tempestades, e ainda assim, finca a “estaca zero” para recomeçar no dia seguinte!

O “pois é” do Natal é o ser de todos no ser de cada um, quando todos os seres aprenderem a falar com os olhos, o que hoje as bocas só silenciam!

Pois é... Feliz Natal!

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