Pra não dizer das cordas, apenas que elas esticam...

Gilvaldo Quinzeiro



No fim somos todos “uma corda” cuja consciência é saber o que se passa de uma extremidade a outra, todavia, isso implica um exercício diário para compreender e desfazer cada nó – uma perda de tempo, diria alguns, haja vista que uma corda tende a ser apenas esticada, ou seja, se afundar nos seus tênues fios pra quê?

Eis ai o “nó” da questão existencial, a saber, como existir sem se debruçar sobre a existência? Não seria esta a diferença entre “a corda e acordar”?

Como “corda existencial” faz-nos muita diferença em acordar pra corda que somos ao invés de simplesmente a corda sermos!

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